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Viva sem dor

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Publicada em 09/06/24 às 17:10h - 103 visualizações

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Viva sem dor
Viva sem dor  (Foto: Foco na Notícia Br)
Saiba por que o Método Mckenzie® vem se destacando no mundo pelos resultados no tratamento da lombalgia, cervicalgia, dor ciática, dor de cabeça e dor nas extremidades.A Reabilitação das dores“Reabilitação” foi a palavra da moda da medicina física dos anos 90. Para alguns, o seu significado equivale à terapia em geral, qualquer tipo de terapia. Usado desta forma, o termo “reabilitação” perde o seu significado pretendido como técnicas ativas sem ajuda e se aplica mesmo para modalidades passivas como compressas quentes e ultrassom. “Reabilitação” significa técnica funcional para fins funcionais.O Guide to Rehabilitation define a reabilitação como “ (...) processo de melhoria ou restabelecimento de habilidade de um indivíduo ou o ajuste necessário para aumentar a capacidade de manter um nível máximo de independência funcional, tais como no autocuidado e no emprego.”Os termos-chave que definem reabilitação são:1. habilidade do indivíduo;2. capacidade;3. funcionamento independente;4. autocuidado.Estes termos enfatizam as ações do paciente como fundamentais no programa de reabilitação. A orientação é fornecida pelo terapeuta, mas a carga de tratamento implica no que o paciente faz, e não no que é feito para o paciente.Muitas vezes, os pacientes que se apresentam para os centros de reabilitação em condições agudas, recebem terapias passivas inicialmente. Isto continua até que as exigências de um programa de atividade (por exemplo, resistência progressiva de peso) possam ser toleradas, sem danos. A desvantagem de tal assistência inicial passiva é que não é coerente com as metas físicas e psicológicas da reabilitação e, a terapia passiva, uma vez introduzida, pode “estragar” as chances de o paciente avançar para terapias não assistidas, com atividades funcionais ativas. A terapia passiva atrasa o efeito previsto pelo movimento para a remodelação de tecido novo ao longo das linhas de “stress” e aumenta a possibilidade de desenvolvimento do comportamento anormal do doente.Os pesquisadores Allan e Waddell, de fato, argumentam que muito da incapacidade causada pela lombalgia é efeito colateral devido à prescrição médica de repouso por simples dores nas costas devido a equívocos de inflamação e outras patologias relacionadas como fatores causais. Uma abordagem de reabilitação na fase aguda é necessária, irá proporcionar benefícios no desenvolvimento físico e psicológico com restauração da função e do condicionamento de trabalho, evitando assim a necessidade de resolver doenças crônicas e em primeiro lugar não as deixando desenvolver.O Método Mckenzie®O protocolo McKenzie satisfaz estes requisitos. Ele fornece técnicas de autotratamento com atividades toleráveis durante a fase aguda, fornecendo os benefícios físicos e psicológicos dos mais caros e demorados programas de reabilitação. Pode mesmo evitar a necessidade de tais subsequentes programas de reabilitação, já que emprega muitos dos mesmos princípios.A abordagem McKenzie trata da natureza mecânica da desordem do paciente. Através do ensino dos princípios da mecânica do autotratamento ao paciente, é coerente com os princípios de reabilitação, que impedem o desenvolvimento do comportamento anormal do doente. O paciente é ensinado que o movimento terapêutico pode ser acompanhado de aumento de dor com a melhoria da função, e que certas dores não devem ser evitadas. Rápida resolução da disfunção é então possível, com a introdução de todos os movimentos naturais da articulação, permitidos de acordo como os achados do exame físico.Congruentes com os mais rigorosos princípios de reabilitação é este “hands off” (sem a mão do terapeuta) a primeira abordagem. Se os resultados são limitados, a técnica “hands on” (com a mão do terapeuta) é aplicada, que atua para progredir com a amplitude de movimento e assim encorajar o paciente a ampliar o movimento.Quanto aos princípios mecânicos e fisiológicos da reabilitação, a abordagem do Método McKenzie torna a atividade e o autotratamento possíveis durante a fase aguda, fornecendo movimentação passiva contínua espinhal, realizada estrategicamente pelo paciente. Esta demanda de movimentos reforça a organização dos novos tecidos ao longo das linhas de estresse, com a formação de cicatriz flexível.As tarefas são introduzidas gradualmente, de acordo com a demanda. Isto não deve subtrair de considerá-lo como o primeiro passo lógico para o tratamento de casos crônicos, pelas razões expostas acima.Se o treinamento da força não é necessário para tratamento do paciente crônico, o protocolo McKenzie representa uma alternativa relativamente rápida e barata. Se a atividade é usada como tratamento durante a fase aguda, o medo da dor, dos sinais de dor e o comportamento de doente não são encorajados, evitando o tratamento prolongado e a cronicidade.O protocolo McKenzie serve como uma excelente intervenção para prevenir complicações físicas e psicológicas das lesões.A seguir estão as seleções a partir desta lista de intervenções, que também são eficazes para complicações físicas e aplicam-se aos benefícios do Protocolo McKenzie para a fase aguda, bem como o doente crônico.1. Atividade precoce com exercícios selecionados e estruturados, que são adequados para o nível individual.2. A ênfase no indivíduo, tendo um papel ativo na reabilitação e na partilha da responsabilidade com os terapeutas.3. A ênfase na melhora da função física / produtividade e na redução da incapacidade, em vez de apenas alívio sintomático ou simplesmente reduzir o comportamento do doente.4. Rigoroso reforço das práticas de segurança e comportamento adequado do trabalhador. Exemplo: correção postural.5. Melhoria das competências cognitivo / comportamental, incluindo a atividade do paciente controlar os sintomas e não vice-versa.6. Mínimo tempo afastado do trabalho.7. A educação sobre a prevenção e gestão de acidentes de trabalho e dor crônica.8. Analgésicos e modalidades passivas utilizadas com moderação.Finalmente, para citar o próprio McKenzie:“Ao reduzir o uso da técnica do terapeuta nas fases iniciais de tratamento e maximização da técnica do paciente, o paciente reconhece que sua recuperação é em grande parte o resultado de seus próprios esforços. Poucos pacientes deixam de assumir responsabilidade de participação ativa no seu tratamento, possibilitados pela instrução e o processo de educação, prosseguindo de forma firme e vigorosa. Assim, podemos escolher aplicar, em problemas mecânicos de coluna, força gerada pelo paciente ou força gerada pelo terapeuta.Se há a menor chance de que um paciente possa ser educado em um método de tratamento que lhe permite reduzir a sua própria dor e deficiência utilizando o seu próprio entendimento e recursos, ele deve receber esta educação. Todo paciente tem direito a esta informação, e cada terapeuta deve ser obrigado a fornecê-la.”Por que escolher o Mckenzie para tratar as dores?O protocolo McKenzie é baseado em avaliar a relação entre o comportamento da dor do paciente com o movimento e o posicionamento. Movimentos terapêuticos são prescritos para o paciente com base no exame e nas conclusões sobre o efeito que movimentos singulares e repetitivos têm sobre a qualidade, distribuição e persistência de dor. Deste modo, o “comportamento” do complexo articular é avaliado quando movimentos são para seu benefício ou para prejuízo da dor, e os pacientes são então instruídos.O paciente é ensinado que o movimento terapêutico pode ser acompanhado de aumento de dor com a melhoria da função, e que certas dores não devem ser evitadas. Rápida resolução da disfunção é então possível, com a introdução de todos os movimentos naturais da articulação, permitidos de acordo como os achados do exame físico. “Eu tinha dores fortes no pescoço e nas costas, que começaram quando eu tinha 20 anos. Não conseguia dormir bem, pois sempre acordava com dores e às vezes travado. Quando conheci o Método Mckenzie já havia passado por vários outros métodos e estava meio desacreditado. Mas valeu a pena insistir com os exercícios e correção de postura. Hoje vivo sem dor e isso é maravilhoso!” J. A. M. 45 anos, Diretor Administrativo de Instituição de Ensino.“Eu convivia com uma dor no ombro que aparecia quando carregava peso. Pensava que aquilo era uma limitação e faria parte da minha vida, pois era algo recorrente. Quando comecei a fazer os exercícios Mckenzie notei que poderia eu mesmo resolver e prevenir o problema e aprendi como evitá-lo rapidamente quando ameaça voltar.” A. P , 43, professor.    SAIBA  MAIS  


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